domingo, 10 de fevereiro de 2013

Os rapazes que nunca viram um pijama às riscas



Durante o período de férias que tenho tido, dei por mim em verdadeiras maratonas culturais.
Séries, filmes documentários...Tenho tido alguns dias de recuperação cultural daquilo que nos anos de criança não me interessava e daquilo que as obrigações académicas me retirava tempo e, sinceramente, também paciência para os ver convenientemente.
O último filme que vi, melhor, revi,  foi O Rapaz do Pijama às Riscas. Por entre aquela história da 2ª Guerra Mundial e como, mesmo dentro de uma família alemã da época, a ideologia nazi não era vista por todos da mesma maneira, o ponto de maior interesse é sem dúvida a evolução da personagem do protagonista. Todo o desenrolar da história em redor da criança foi sem dúvida fascinante para mim.

Digo isto porque, no entretanto, dei por mim a comparar aquilo que sucedia no filme com o que hoje se vive na Europa.

Não se julgue que irei fazer qualquer dissertação de xenofobia tendo como alvo os alemães, longe disso. Já pagaram pelo seu passado e o povo alemão hoje nada tem a ver com o seu passado.
Centrado agora na dita comparação, eu não culpo ninguém (excepto nós próprios) pela situação de pedintes em que o País se encontra relativamente aos credores. A bipolarização partidária leva a este vazio de ideias a que assistimos quando o que mais se precisa é discussão de projectos e ideias para alcançar soluções que agradem a todos e sejam melhores do que as actuais. Já o disse antes e mantenho a necessidade da austeridade. Não concordo é com um modelo único de austeridade sem nada que compense as perdas por ela geradas. É por essa falta de soluções complementares (não alternativas porque implicaria a rejeição da primeira) que o País vai definhando com o tempo e a miséria cada vez mais regressa e se instala confortavelmente. É aqui que o filme entra. Aquele rapazinho alemão, na sua ingenuidade da infância, fez-me lembrar muitos governantes e políticos nacionais (principalmente) nas suas intervenções públicas.
Tirando da equação o "fenómeno Relvas". Já vi mais qualidades de humanas em animais no zoo do que nele. Outros tenho dúvidas se demonstram arrogância, prepotência, uma brutal falta de sensibilidade ou pura ingenuidade.

Nas várias conversas que o rapaz alemão tem com o miúdo judeu no campo de concertação  eu dei por mim várias vezes a transpor aqueles momentos para a realidade actual. Quando questiona o outro se a vida corre bem naquela quinta e se aqueles números nas camisolas são um jogo, eu imaginava qualquer membro do governo ou político a perguntar a um desempregado porque é que não arranja um emprego, ou a alguém que tinha uma vida relativamente segura não poupou algum dinheiro quando o podia fazer. O triste é que isto pode passar-se tanto em Portugal como em qualquer outro país europeu. Mais triste se torna quando se pensa que estas pessoas deveriam ser um exemplo para os cidadãos. A política deveria ser dirigida à causa pública e à prossecução dos interesses nacionais. Como é que tal é possível quando os políticos de hoje apenas conhecem a realidade dos seus partidos? Será que chegam a conhecer a realidade da sua casa?

sábado, 29 de dezembro de 2012

Filme - The Dark Knight Rises



De toda a triologia "The Dark Knight", este último é sem dúvida o melhor. Nolan conseguiu fazer do Batman o herói de BD com melhores filmes até ao momento. Certamente a escolha dos actores para o filme ajudou de forma decisiva para assim ser.

Bale encarna na perfeição a personagem do Batman, ao contrário do que aconteceu nas anteriores tentativas de "humanizar" Batman, e os vilões são igualmente excepcionais. Liam Nesson tem um bom papel, no entanto, talvez seja aquele que menos me cativou, tendo o mesmo sentimento com todo o primeiro filme desta triologia. Heath Ledger no papel de Joker elevou a fasquia ao expoente máximo. Em termos de representação pura, e levando em linha de conta que apenas apareceu no segundo filme, é sem dúvida a par de Bale a melhor actuação. Tom Hardy, no papel de Bane, encarnou na perfeição da personagem. Um vilão puro de acção, certamente o que lhe pediram para fazer e conseguiu. Um vilão de acção perfeito. Depois todas as histórias laterais ao filme que complementam o duelo entre Batman e o herói principal enchem a história preenchendo a mesma com grande excelência. Principalmente no segundo filme com Harvey Dent e no terceiro com Selina e as cenas no prisão de Bane são pedaços de história bem incorporados no filme que complementam de forma perfeita a história principal.

Espero que a dupla Bale-Nolan não deixe Batman morrer. Até porque no final do terceiro filme deu a ideia que não teria ficado por aqui, esperando ver Gordon-Levitt no papel de Robin num próximo filme do Cavaleiro das Trevas.


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Série - Arrow



Procurar entrar no mundo dos heróis de banda desenhada é sempre uma tarefa arriscada. É do conhecimento comum os autênticos fracassos que a transposição de heróis animados para personagens de carne e osso originaram sendo que só se viu algo de melhor qualidade no pequeno ou no grande ecrã a partir dos filmes do Homem-Aranha com Toby Mcguire.
A série tem como base a personagem da BD. Oliver Queen, o  filho de uma família abastada sofre um naufrágio, com o pai, e acaba sozinho numa ilha. Durante 5 anos tem de sobreviver para cumprir a promessa que fez ao seu pai antes deste se suicidar, emendar os seus erros e fazer com que aqueles nomes que se encontram na lista que o pai lhe deu paguem pelos seus crimes.
Nos episódios que já tive oportunidade de ver não consigo de deixar de associar esta personagem a Batman e a Bruce Wayne o que me faz não ficar "agarrado" à série. Ainda o facto de me parecer que alguns pontos da história são empurrados para dentro da série não tendo o desenvolvimento posterior que deveriam merecer. No entanto, globalmente, é o uma série bem conseguida e com uma história interessante sendo um dos pontos altos os "flashbacks" de Oliver Queen aos tempos em que esteve preso na ilha.

Interessante e de certeza que será uma série para seguir, apesar de ter algumas falhas, mas que são ultrapassáveis.

6,5/10

Reloaded


Passados quase 3 meses desde a minha última entrada aqui no blog vou procurar novos rumos para reavivar a chama desta coisa. A verdade é que seja pela falta de tempo ou por simples desmotivação isto tem ficado ao abandono. Espero que a partir de agora, não volte a deixar isto paralisado.

Para animar isto vou procurar deixar aqui pequenas análises, crónicas, ideias, reclamações, ou o que quiserem chamar de séries e filmes que vou vendo e de livros que vou lendo.

Só vantagens:
Mantenho o blog activo;
Diversifico conteudos;
e aumento o meu activo cultural.

E assim faço melhor serviço público que a RTP :)

domingo, 9 de setembro de 2012

Um ano após a mentira



Austeridade. Era a receita que seria aplicada de há um ano para cá para recuperar um país afogado em dívidas. Apoiado num memorando de entendimento sendo aplicado com condições estranhas mas que é para aplicar a qualquer custo e se possível ir até mais além.
Problema principal nisto tudo. Na folha de excel as contas podem bater todas certas, mas governar um país não é só fazer contabilidade. As pessoas não são números por muito que isto custe a perceber no Terreiro do Paço. O Estado serve as pessoas, não se serve delas. Depois do resultado de um ano deste “salvador” programa de ajuda é perfeitamente perceptível que não vamos recuperar nada nos próximos vinte anos. O caminho é um mergulho profundo na pobreza e miséria. Isto resulta numa ideia idiota de importar o republicanismo neoliberal norte-americano para um país que não tem condições para se transformar nessa ideia ideológica de nação perfeita em que todos somos empresas, capazes de criar postos de trabalho e riqueza. É uma importação do “american dream” que por cá se traduz no “portuguese nightmare”. Desemprego em números astronómicos, um défice a crescer em flecha, PIB a cair e mesmo o que poderia ser positivo é um reflexo da crise em que estamos mergulhados. A balança comercial está equilibrada não porque recorremos a importação de bens sucedâneos mais baratos mas porque deixámos de importar.
Agora, como resposta ao TC depois do chumbo do corte dos salários aos FP, aumenta-se a contribuição para a TSU dos trabalhadores e diminui a das empresas. Surpreendentemente o PM espera que isto vá criar emprego. Como é que alguém cria emprego se não tem clientes?! O consumo vai inevitavelmente cair ainda mais, a falência de empresas vai continuar e o país vai continuar sabe-se lá para onde. Isto tudo é uma visão revolucionária neoliberal em que o custo do trabalho desce a pique até que qualquer pessoa está disposta a trabalhar por uma migalha. Vamos todos ser transformados em chineses. O objectivo é simplesmente este. Conseguir competir com a China. É completamente inconcebível estar-mos a ser governados por uma ideologia que não tem qualquer ligação com a realidade.

Mais inquietante é ver que um dos membros da coligação depois de ter dito que não aceitaria um aumento da carga fiscal, tem a lata de se regozijar com a opção do governo não ter sido realizado qualquer aumento de impostos. Chamem o que lhe quiserem mas não façam das pessoas estúpidas, o resultado é o mesmo. Menos dinheiro e aumento da pobreza que já chega a ter números alarmantes.

Mais ainda, há uma oposição fantasma. O PS não existe, parece que está a dormir e se calhar até se sente bem assim. Depois de nos ter trazido para este caminho deve estar a descansar do trabalho que teve a hipotecar o país. O PCP está fechado a cadeado no seu mundo de fantasia onde se encontra há anos e o Bloco está mais preocupado e fazer experiências de laboratórios com a direcção do que a fazer oposição.
Outro estranho caso é o PR. Enche a boca com a equidade mas apesar de qualquer pessoa ver que equidade não existe nestas medidas o homem continua a deitar cá para fora discursos de equidade inconsequentes. Já tem uma certa idade e não se está para chatear. Percebo, ainda por cima a reforma não lhe chega para as despesas. Coitado…

Sinto-me revoltado por ter votado no CDS porque este programa não foi aquele que eu votei e porque não se vê qualquer acção de força do CDS contra esta ideologia revolucionária que tomou conta do Governo. Isto é um PREC neoliberal. Ao invés de nacionalizar tudo para ser só de alguns, privatiza-se tudo para os amigos do Relvas. Nunca se viu um ministro a fazer tanta borrada e metido em tanta trapalhada e continuar no cargo. Depois com um consultor importado dos EUA que tem mais ou menos o papel de um ministro sem que ninguém tenha votado nele. Este António Borges não tem qualquer legitimidade democrática para apresentar medidas do governo mas alguém dentro daquele grupo de loucos que está no governo acha que ele deve ir para a televisão falar sobre as acções do governo, como se fosse ele que estivesse a governar, apesar de parecer isso tal a trapalhada de tudo isto.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Coração de Leão também sofre.


Não posso esconder a alegria da passagem às meias da Liga Europa, como sportinguista é me impossível. No entanto vi neste jogo mais uma exibição sombria. De uma equipa sem química de jogo. Parece que não treinam, que não se conhecem, que só se juntam quando têm jogos. Apesar de na 1ªparte o jogo estar mais ou menos controlado para o nosso lado, os calafrios para o coração verde e branco começaram desde o 1º minuto. Pouca organização defensiva em que não se baseiam nos jogadores com essa tarefa mas na equipa toda amontoada atrás da linha da bola. Transições ofensivas também praticamente não existem e quando conseguimos um esboço disso são praticamente inofensivas pelas mais diversas razões, falta de garra, pouco esforço ou falta de apoio dos companheiros. Notou-se uma clara falta de imaginação na construção do ataque. Passei o jogo todo a perguntar: "João Pereira, onde estás?" Durante todo o jogo o João Pereira não existiu, era passes sem nexo, arrancadas sem sentido. Estará ele já com a cabeça noutras paragens? É bom então que regresse porque a época ainda não terminou mas não posso deixar passar em claro a pior exibição que já vi do lateral direito da selecção portuguesa. Como reverso da medalha temos o André Martins que mais uma vez provou ser um excelente jogador. O elemento mais clarividente na altura de atacar e incansável a prestar apoio defensivo e a fazer as dobras a João Pereira (que foram mais que muitas). Pena ter sido substituido pelo André Santos devido às circunstâncias do jogo porque o rapaz merecia ter feito o jogo todo. Outros dois elementos em baixa foram Schaars e Capel. O primeiro admito que a tarefa mais defensiva que o habitual que lhe reservou Sá Pinto o tenha deixado pouco à vontade, no entanto o holândes falhou inúmeros passes, algo que é raro nele. Nervosismo? Talvez, mas o adepto cá fora a sofrer pode ter o nervoso há flor da pele enquanto que o jogador tem de estar frio o tempo todo para não cometer erros que prejudiquem a equipa. Capel valeu pela assistência porque de resto correu muito mas sem consequências práticas. O resto da equipa esteve consistente, mas pede-se mais a alguem que pretende vencer a Liga Europa para ter algo que se possa orgulhar no fim desta época cinzenta. O Sporting e acima de tudo os seus adeptos merecem mais do que tudo esse título que apesar de ter um nome diferente, nos escapou na nossa própria casa.
Athletic concerteza será bem mais difícil que este Metalist e também não jogará com a arrogância que o City nos defrontou. Teremos de estar num nível superior para ultrapassar os bascos e assim chegar ao sonho. Sonho esse que está tão perto.
Esforço, devoção, dedicação para no final chegarmos à glória, é tudo o que peço!
Força Sporting!!!

sábado, 10 de março de 2012

Eco de Sócrates

Isto de vez em quando lá se lembram de chagar alguém. Na política portuguesa para bater em alguém que esteve ou está no Governo qualquer badameco está pronto. Podem ser criticados? Podem, claro que podem, especialmente quando o contributo deixado ao pais foi uma ilusão de riqueza que não existia.
Há uns dias andava meio país a pedir a cabeça do Ministro da Economia (ou Álvaro como o sr. gosta de ser tratado). Foi uma mini-novela devido aos fundos do QREN (segundo consta) e a quando da reunião do mesmo com o Primeiro-Ministro até correu o boato que seria nesse momento o primeiro ministro deste Governo de coligação a cair. Não se confirmou, o Álvaro ainda lá contínua, no entanto não por muito tempo parece-me. Este fim-de-semana vem o Presidente da República criticar duramente o antigo primeiro-ministro, José Sócrates, com o qual teria (segundo afirmações passadas de ambos) uma relação institucional a roçar a perfeição. Parece afinal que não seria bem assim pelas palavras do PR. Por muita razão que o Presidente da República, Cavaco Silva, tenha nas suas palavras, afirmações destas são de evitar. Nunca é de bom tom lançar criticas tão duras e a um antigo Chefe de Governo com o qual (supostamente) cooperava. No entanto, isto parece-me com uma razão de ser e aqui volta a entrar o Álvaro. Com estas críticas os Media rapidamente se esqueceram do Álvaro e da sua suposta saída do Governo. O PR fez com que as atenções se centrassem em si funcionando como escudo do Governo. Cheguei a pensar que o sr. Presidente da República estaria a ficar senil mas nenhum PR mete "a pata na poça" tanta vez em tão pouco tempo sem dar por isso.
Estas posições de Cavaco Silva têm uma justificação. Passos Coelho não é Sócrates e passo a explicar. O modo confrontacional e por vezes arrogante com que Sócrates enfrentava adversários políticos e até a Comunicação Social deixaram marcas na política portuguesa. Essa sua atitude e a sua capacidade de aguentar os ataques deixaram marcas na política portuguesa e nas pessoas que se habituaram a ver um PM "guerreiro" (muitas vezes no mau sentido da expressão). Isto veio a provocar uma individualização da política portuguesa que a meu ver nada de positivo trouxe. Passos como não tem essa capacidade tem mais dificuldade em escudar o seu Governo dos ataques da CC e aí entra o PR que no seu 2º mandato e que não deve em tempos próximos permanecer na política sacrifica a sua popularidade para dar espaço ao Governo centrando em si as atenções da CC.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Casa mal limpa

Cerca de 20 novos jogadores, 30 milhões de euros investidos, nova direcção e equipa técnica e o resultado é o mesmo. Nada mudou.
O inicio foi uma ilusão. O bom futebol, as contratações sonantes, um treinador que aparentava ser capaz de voltar a elevar este Sporting a grandes ambições mas tudo isso se desmoronou nos primeiros 19 dias de Janeiro. Parecia estar a terminar uma longa travessia no deserto mas a realidade é que voltamos aos velhos hábitos e tudo isto, afinal, não era mais do que um oasis para depressa voltarmos a cair na real.
No jogo de ontem com o Moreirense para a Taça da Liga, a jogar com habituais titulares voltamos a demonstrar um jogo pobre, sem ideias, pouca organização e nula capacidade de tomar conta do jogo. Noutro qualquer clube, se isto acontecesse, era quase motivo de revolta. Uma equipa do Sporting ser incapaz de superiorizar-se frente a um Moreirense de 2ªlinha é inaceitável e não fosse este clube o Sporting já se estaria a pedir a cabeça do treinador. Apesar de anteriormente ter demonstrado as suas capacidades, Domingos Paciência tem se revelado incapaz de por este Sporting a produzir exibições consistentes, com clarividência de ideias e com disciplina táctica que é exigida. Mostra muita emoção mas poucos resultados são visíveis para o que seria exigido de um treinador que teve o apoio que talvez mais nenhum outro teve na história do Sporting. E não fosse a paciência dos adeptos leoninos e Domingos por esta altura estaria à procura de clube. Capel parece ser o único com vontade de mostrar e de dar o melhor, juntamente com Jéffren que apesar de ainda algo limitado pelas constantes lesões, entra e procura mostrar serviço. Sem Rinaudo e Wolfswinkel este Sporting é uma sombra do que mostrou no principio do campeonato e as fragilidades voltam ao de cima. Defesa lastimável, meio-campo sem capacidade de transição e ataque nem vê-lo.
Para juntar à festa, o jogo de ontem serviu para provar que um animal chamado Bojinov pode muito bem regressar para a terrinha de onde veio porque um "jogador" que parece um leitão e que em pleno jogo demonstra a falta de respeito que demonstrou perante, adeptos, colegas e equipa técnica, não pode, nunca mais vestir a camisola do Sporting. Empurrou um colega, falhou um penalty e ainda tirou o golo ao Marcelo que no último lance do jogo subiu à área contrária para ajudar. Era perceptivel a qualquer pessoa que percebe minimamente de futebol que este leitão nada fazia em campo para além de se passear e o jogo de ontem foi a confirmação. Espero que para além das medidas que já foram tomadas de afastamento do jogador, espero que o processo disciplinar resulte o seu despedimento. Jogadores assim não fazem falta ao balneário e só prejudicam o espirito de grupo. O Domingos terá de tomar uma atitude. Tem de voltar a incutir uma mentalidade vencedora na equipa e tem de fazer regressar o bom futebol. Há que dizer a cada um dos meninos que entram em campo que são capazes de mais e melhor e que no final de cada jogo a camisola terá de estar encharcada em sangue, suor e lágrimas. Todos têm de dar tudo pelo Sporting Clube de Portugal.
Força Sporting!!